Três anúncios criados em Portugal para a PETA, pela FCB. A execução do primeiro está muito boa, contrastando com a do terceiro que devia ter sido melhor trabalhada. A ideia do último, a ser verdade, parece-me oportuna enquanto o copy podia estar ligeiramente maior.
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Director de Arte: Hélder Romão
Copywriter: Filipe Graça
Vale a pena clicar nas imagens para ver o efeito em toda a sua glória.
Estes anúncios utilizam uma técnica tipográfica especial para dar o efeito de movimento às letras.
Foram colocadas roupas em paragens de autocarros para promover a série “The Power of One” onde Peter Powers, através da hipnose, leva os participantes a fazerem coisas impensáveis.
Foram também enviados emails apelando à componente viral, ainda que forçada e descarada, para que o reencaminhamento fosse efectuado.
Gosto da execução nas paragens. Espero que se tenham lembrado de colar a roupa às ditas.
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Créditos:
Agência: Three Drunk Monkeys
Direcção de Arte: Justin Drape, Sam Chappell
Copywriters: Scott Nowell, Nick Morrissey
Aqui fica um vídeo com elevado potencial viral para a Nike. Parece-me um pouco longo demais mas ainda assim, bem feito.
Cosplay (costume+play) teve início no Japão e consiste em vestir roupas de personagens de manga, anime, videojogos, cartoons, filmes, etc. (wikipedia)
Tirando os planos fechados dos ténis até passava como anúncio para os Bravia.
Ora aqui está a prova de que nem todas as marcas podem fazer campanhas virais.
Nem mesmo uma das mais globais. A Microsoft decidiu encenar uma “chuva” de software numa cidade norte-americana, o que já por si levanta algumas suspeitas. Vejamos os dois vídeos:
Se não encontraram nada suspeito, nem mesmo a sua curta duração ou a viragem cronometrada da câmara no primeiro para apanhar o início da “chuva”, reparem nisto:
Uma das características responsáveis pelo sucesso nas campanhas virais é a credibilidade de quem as difunde, ou seja, se os vídeos estivessem no site da Microsoft ou se o username no YouTube fosse Microsoft ou algo do género, ninguém os iria “reenviar” ou divulgar por perceberem que se trata de uma campanha muito mal amanhada, enquanto que se fosse através do melhor amigo a coisa até era capaz de passar.
Bom, foi então que visitei os perfis de ambos os autores dos vídeos. Por coincidência, ambos possuem apenas um vídeo no YouTube e ambos fizeram o registo no YouTube no mesmo dia. Além disso, as tags de cada vídeo são idênticas. (link)
Tudo está mal pensado. Nunca se lançam vídeos virais falsos quando há jornais que registam o que realmente se passou: aqui e aqui. Lê-se numa das notícias:
The company placed 2,000 such samples throughout the village to promote Microsoft Accounting Express 2007.
Qualquer dúvida seria esclarecida com esta notícia. Agora tudo faz sentido. A Microsoft dá atenção a uma terriola desconhecida com 6000 habitantes, o que deve dar mais do que uma amostra por cada família, e os seus habitantes dizem estar entusiasmados com o produto e fazem um tipo de endorsment colectivo. Agora percebo. Só não percebo os vídeos wannabe virais.